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terça-feira, 12 de março de 2013

Everything you didn't do is standing right in front of you

 
Este spot da San Miguel já tem uns meses mas não consigo cansar-me dele. Tem tudos os ingredientes de um bom anúncio: boa música, mensagem positiva e boa fotografia. A acrescer a tudo o que já referi, tem também o Jamie Cullum.. I rest my case :)
 
 
 
Para além de isto, soube agora que a espera está quase a terminar! Dia 20 de Maio sai o novo CD de Jamie Cullum, que inclui esta música e o mais recente single Love for Sale, standard composto por Cole Porter, one of my favourites too. Enjoy!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Genialidades: Clint Eastwood e Jamie Cullum

Ela gosta dele porque após a leitura de duas frases ele acerta no nome e autor do livro. Ele gosta dela porque após duas notas no piano da banda sonora descobre quem é o realizador do filme.. Ele fica feliz perante a genialidade de Clint Eastwood e ela fica feliz perante a genialidade de Jamie Cullum e ambos sorriem. Clint Eastwood também gosta de Jamie Cullum e fazem uma banda sonora em conjunto, criando uma obra prima que de tão boa se vai repetindo pelos filmes seguintes misturada em dois ou três acordes diferentes, só para não ser igual. E a fotografia e o argumento sempre maravilhosos, cada vez melhores, mas é a música de há dois filmes atrás que nos continua a acompanhar. E desejamos que este génio octogenário nunca morra e que continuemos a ouvir Jamie a cantar enquanto assistimos a mais uma obra prima. O filme de ontem foi o Hereafter, mas podia ter sido outro qualquer dos dele. Todos os óscares seriam poucos diz ele. Ela gosta dele e ele gosta dela e sorriem quando ouvem a música que se segue. Enjoy!



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Come on baby light my fire (ou a fadinha dos isqueiros)






Disclaimer: Este post é só para fumadores (e alguns ex-fumadores que não sejam fanáticos). Os fanáticos da saúde, do politicamente correcto, médicos e afins que o leiam, por favor abstenham-se de fazer comentários. Eu sei que fumar mata, faz mal à pele, causa infertilidade, prejudica o feto, emagrece e relaxa. Não precisam de dizer outra vez. Enjoy!

Quem fuma (e quando eu digo quem fuma não me refiro a fumadores de fim-de-semana, fumadores sociais, fumadores de copos, fumadores de cigarros com nicotina inexistente, fumadores de cigarros fininhos que sabem a vento, entre outros que tais; aceito os fumadores de cigarros electrónicos, simplesmente, porque acho amoroso e porque sei que são verdadeiros fumadores em sofrimento) sabe ao que me refiro.

Há semanas assim..
Passo semanas em que compro isqueiros numa base quase diária, e chego a casa ao fim do dia e já não sei deles. Por vezes, de tão farta que estou de comprar isqueiros, chego a levar fósforos ou mesmo o isqueiro de cozinha. Pedir lume seria uma opção se os meus companheiros de fumo levassem isqueiro. Na maior parte das vezes, contam com o meu e quando eu não levo é o desespero. Uma vez disseram-me que a causa dos desaparecimentos cíclicos era uma personagem mítica chamada fadinha dos isqueiros, que por vezes escondia os referidos, para gozar com a nossa cara.

Mas hoje tudo mudou. Consegui contar cinco isqueiros na minha carteira, só hoje de manhã. Parece que a fadinha dos isqueiros se cansou por uns tempos de gozar com a minha cara e começou a devolvê-los, foi de férias ou foi gozar com outro. Cinco isqueiros.. Um estava no carro, outros dois, um em cada bolso de um casaco que não vestia há uns tempos, outro numa gaveta no escritório, e outro roubei lá em casa, de certeza.

Tenho-vos a dizer que nas últimas semanas da minha vida a fadinha esteve muito activa. Do género de estar a tentar acender um cigarro no carro (um dos meus hábitos favoritos) e o único isqueiro que tinha caiu-me da mão para aquele sítio, qual buraco negro, entre o banco do condutor e o travão de mão. É claro que tinha o isqueiro do carro avariado e fui sem fumar até casa. Cheguei a ponderar pedir lume ao carro do lado, nos semáforos, mas contive a minha veia doente.

Longe vão os tempos onde bastava uma senhora remexer na sua carteira que vinham dez cavalheiros de isqueiro em punho. Uma senhora nunca precisava sequer de pedir lume, este era-lhe oferecido de uma forma encantadora e paternalista. É verdade que pedir lume é sempre uma óptima forma de iniciar uma conversa com um desconhecido. Acredito que o acto de fumar, principalmente, nos últimos tempos, em que somos obrigados a encarneirar à porta dos edifícios e restaurantes para o fazer, deve ter sido motor, ou pelo menos ignição, de bastantes relações duradouras.

Um homem a fumar pode ser sexy, mas uma mulher a fumar, é ainda mais. Há qualquer coisa de rebeldia e de estatuto que se juntam num cigarro. Obviamente, que não não comecei a fumar para o estilo, sem travar, nas festas de liceu. Comprei um maço e comecei a fumar às escondidas, dos meus amigos, dentro do próprio liceu. E travava e sabia-me tão bem.. Ainda hoje sabe. Cada cigarro que fumo sabe-me quase tão bem como o primeiro, o melhor de todos, aquele que nos chega a arranhar a alma. As minhas amigas dizem-me que lhes dou vontade de fumar, porque fumo sempre com prazer. É um facto. Um para acordar, dois a seguir a cada café, a conduzir, a seguir ao almoço, ao jantar, 10 em cada conversa, dois a seguir a cada momento especial. Tenho sempre a necessidade de aliar os prazeres da vida com um cigarro. Para ficarem ainda melhores. E os momentos difíceis também. E fumar enquanto ando debaixo de chuva miudinha, tão bom (mesmo sabendo que uma senhora não fuma a andar, ou por isso mesmo).

A verdade é só uma: o sonho de um verdadeiro fumador não é conseguir deixar de fumar, é que fumar não mate! E se não nos levar à falência, entretanto, ainda melhor!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Last Weekend Movies or the Couple to be





Foi com grande alegria que soube, há uns meses, que Rachel e Craig tinham casado. Ambos britânicos, ambos excelentes actores, ambos de uma beleza discreta assustadora. Às vezes tudo parece fazer sentido, e cada vez mais me convenço disso.

Sábado à noite fui ao cinema ver Millenium 1 - The girl with the dragon tatto, com Daniel Craig e no domingo vimos, finalmente, o Ágora, com Rachel Weisz, que já estava gravado na box há não sei quantos meses. E dado que foi um fim-de-semana Weisz-Craig pareceu-me o momento apropriado para fazer o meu elogio a ambos.

A Rachel Weisz sempre foi a minha actriz preferida. Não sei bem explicar porquê, ou talvez saiba. Se antes de eu nascer, Deus me tivesse perguntado: Inês, Inês (na bíblia Deus chama sempre duas vezes) que cara queres para ti? - eu tinha escolhido a dela. Mas ninguém me perguntou nada e aqui estou eu cheia de inveja boa em relação a esta senhora. Para além disso, em todos os papeis que interpreta, ela consegue sempre transmitir uma serenidade e força com o seu olhar, ao mesmo tempo que nos presentei com o seu sorriso sempre meigo. Londrina, descendente de judeus, austro-hungaros (leia-se: mãe Austriaca e pai Hungaro), sempre foi encorajada a seguir a sua arte. Começou como modelo, mas durante o seu curso universitário, de Literatura Inglesa em Cambridge, descobriu o teatro. Eu olho para ela e só vejo uma mulher inteligente, bonita, perfeita, um pouco à imagem da personagem que interpreta no filme Ágora, de uma mulher, filósofa num mundo de homens, independente nos seus ideais. Espero nunca conhecê-la porque a realidade nunca poderá chegar aos calcanhares da Rachel que criei na minha cabeça.

O Daniel Craig é o James Bond! E podíamos ficar por aqui, mas não. Comecei por estranhar mas, certamente, já entranhei a ideia do Daniel Craig como James Bond. Ao mesmo tempo que tem um ar  duro, podia perfeitamente, passar por príncipe da Dinamarca, ou país nórdico afim. E casou com a Rachel, portanto, burro não é de certeza. Pais de origem galesa, jogador de rugby por uns tempos, Criag também iniciou a sua vida artística no teatro. E depois de o ter visto a interpretar o jornalista sueco, personagem principal do Millenium 1 - The girl with the dragon tatto, ele conseguiu crescer ainda mais na minha consideração. Para além das suas qualidades interpretivas, mais fáceis de apurar do que nas interpretações do James Bond, ele é mesmo lindo de morrer. Mesmo o meu género. Na maior parte das cenas, Craig ostenta um ar doente, pálido, com olheiras, despenteado e com barba por fazer, acabado de sair da cama, cenário que podia ser trágico para qualquer um. Mas este senhor consegue ostentar o seu charme mesmo com a aparência de ter saído do degredo.
  
Mas o melhor desta match-made-in-heaven, é que eles não são o típico casal Hollywodesco. Nada contra os Brandgelinas e Tomcats desta vida. Mas estes senhores têm classe. Vivem a sua vidinha, com uns looks sempre super descontraídos mas sem descurar no estilo. São recatados e levam a sua vida pessoal de forma simples (para o género de vida que podiam ter) fora dos ecrãs e evitando as luzes e o escândalo de quem vive na ribalta. Without a doubt, the couple to be. Or at least, to envy.






quinta-feira, 24 de novembro de 2011

No one should be this cool... Steve again









"Here's Miles Davis talking shit, probably about some chick, to Steve McQueen backstage at the Monterey Jazz festival, 1963" - Jim Marshall Photography LLC, 1963







Fui só à procura de uma fotografia e acabei com catorze. A culpa foi do Steve. Não deu para resistir.
Enjoy!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Para lavar a vista - Quem é amiga, quem é?

Este post é para todos aqueles que dizem que o meio copo tem textos muito grandes e poucas imagens e muito que ler. Eu sei que não é tão fácil de absorver como um blog de moda mas tenham paciência... Para os resistentes à preguiça que fazem o esforço de vir cá amiúde, deixo-vos um presentinho:

sexta-feira, 15 de julho de 2011